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Administração

Gestão e Mapeamento de Processos

Aula
04

Conversa Inicial

Olá, aluno(a)!

Seja bem-vindo à quarta aula da disciplina Gestão e Mapeamento de Processos, do curso de Administração de Empresas.

Vamos começar?

Não esqueceu do professor Roberto Pansonato, né?!
Claro que não!! Então confira com ele o que iremos estudar hoje...

Introdução

Na aula anterior, verificamos o que é valor agregado e lead time (lembram-se do exemplo da fila?), vimos ainda como funciona o conceito de cadeia de valor de Porter, onde se tem uma visão das atividades primárias e de apoio dentro das organizações.

E agora você já é capaz de começar a elaborar representações gráficas para mapeamento de processos.

E é isso que vamos estudar hoje, as representações gráficas!!!

68% dos seus gastos são direcionados ao aluguel, água e luz! Justo, não é mesmo! Ele precisar ter um lugar para morar, tomar banho, assistir uma TV!!!

Eeeee ... 2% é para pagar o IPVA da moto...

8% fica para levar a namorada ao cinema... "cada um paga o seu, ela sempre insiste" diz o Ricardo!

Bom para ele, ou não daria para ir muitas vezes...

A gasolina da moto "morde" 10% do montante! Ainda não inventaram uma moto movida à água!

Ricardo terminou de pagar a sua moto, com a economia, ele resolveu fazer um curso de inglês... 12% dos seus ganhos vai para isso. Bela iniciativa dele!!!

Sabe o que você acabou de ver, além dos gastos do Seu Ricardo? Uma representação gráfica...

Contextualizando

O da moto aí é o Ricardo!
Ele tem um salário de R$ 1.600,00...
Que são gastos conforme a seguir:

68% 2% 8% 10% 12%

No final clique aqui:

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Problematização

O diagrama a seguir é relativo a um mapeamento de um processo simples. Conforme já foi verificado nas aulas anteriores, pode-se afirmar que:

  1. O ponto nº 1 refere-se a um caminho natural do processo, enquanto o ponto 2 significa o fim desta etapa.
  2. O ponto 3 significa a necessidade de um relatório para que o processo avance e o Ponto 1 refere-se a uma condição de decisão.
  3. O ponto 2 refere-se a um conector de rotina, enquanto o ponto 3 significa que algum documento deve ser gerado para sequência do processo.
  4. O ponto 2 significa um conector de rotina enquanto o ponto 1 refere-se a uma condição de desvio inerente ao processo.

No levantamento realizado, admite-se como verdadeiro que:

  1. As alternativas I e III estão corretas
  2. As alternativas II e III estão corretas
  3. Somente a alternativa I está correta
  4. As alternativas II e IV estão corretas
  5. Somente a alternativa IV está correta

Análise

Como foi no exercício? Espero que tenha acertado!!

O exemplo anterior é relativo a um fluxograma simples, no entanto já se pode observar alguns itens que são essenciais a compreensão de um mapa de processos. No caso específico deste exercício, a alternativa “b” é a correta.

O ponto 1 significa uma condição de decisão (normalmente com duas possíveis respostas: sim ou não).

O ponto 2 expressa uma circunstância em que se tem uma referência para “quebra do fluxograma”, ou seja, o processo deve iniciar em outra posição conforme indicado no círculo “A”. Este recurso é utilizado para evitar cruzamentos (intersecções) de linhas.

Quanto ao ponto 3, é um símbolo que significa que existe algum documento (relatório por exemplo) que deve ser utilizado como um “input” (entrada) para sequência do processo.

Para navegar pelos temas, selecione o bloco do tema desejado.

Pesquise

Na Prática

Estudo de Caso

Nesta aula será analisado um estudo de caso referente a um mapeamento de processos com a utilização de fluxograma em uma empresa fabricante de estruturas pré-fabricadas de concreto.

Orientações

  1. a) Leia o estudo de caso atentamente clicando aqui.
  2. b) Com base no item: “Apresentação, Análise de Dados e Resultados”, do estudo de caso e no texto de aprendizagem, responda as perguntas e identifique conceitos que se associam a esta aula.
  3. c) Realize as atividades expostas a seguir:

1. No estudo de caso apresentado, a autora elabora um descritivo inicial para conhecer quais são as entradas, saídas e fornecedores do processo de orçamento de estruturas pré-fabricadas conforme alternativas abaixo:

  1. I. As entradas do processo são: declaração técnica das estruturas pré-fabricadas e programação de orçamentos.
  2. II. As entradas do processo são: projetos, memorial descritivo e especificações técnicas.
  3. III. São considerados fornecedores: cliente externo, representantes, fornecedores de itens metálicos e expedição da matriz / filial.
  4. IV. São considerados fornecedores: representantes, fornecedores de itens metálicos e expedição da matriz / filial.
  5. V. As saídas são: estruturas pré-fabricadas conforme solicitação do cliente.

No levantamento realizado, admite-se como verdadeiro que:

  1. I e II estão corretas.
  2. III e V estão corretas.
  3. I, III e V estão corretas.
  4. II e III estão corretas. No texto, a identificação inicial da autora mostra que as entradas do processo são: projetos, memorial descritivo e especificações técnicas (item II) e que fornecedores são: cliente externo, representantes, fornecedores de itens metálicos e expedição da matriz / filial (item III). Reparem que neste caso, o cliente também aparece como fornecedor.
  5. I e V estão corretas.

2. Realizando uma análise entre o mapeamento do estado atual e o mapeamento do estado futuro, percebe-se que houve um ganho nas atividades do coordenador de orçamento. Este ganho refere-se a:

  1. Analise de viabilidade
  2. Espera
  3. Solicitação de informações A atividade “solicitar informações” foi eliminada, obtendo-se um ganho. Esta atividade foi realocada para a primeira atividade do coordenador de orçamentos.
  4. Revisão de orçamento
  5. Viabilidade

Síntese

E, para finalizar, não podia ser diferente...
... com a palavra, o Professor Roberto:

Referências

  1. PAVANI JUNIOR, Orlando; SCUCUGLIA, Rafael; Mapeamento e Gestão por Processos – BPM. São Paulo: M.Books 2011.
  2. PORTER, Michael P, Vantagem Competitiva: Criando e Sustentando um Desempenho Superior. 27 ed. Rio de Janeiro, Editora Campus, 1989.
  3. ROTHER, Mike, SHOOK, John, Aprendendo a Enxergar (mapeando o fluxo de valor para agregar valor e eliminar o desperdício). Lean Institute Brasil (São Paulo, SP), 2009.
  4. LIKER, Jeffrey K. O Modelo Toyota: 14 Princípios de Gestão do Maior Fabricante do Mundo. ed. Bookman, 2005
  1. STADLER, Adriano; MUNHOZ, Antonio; GUERREIRO, Karen; FERREIRA, Paula; Gestão de Processos com Suporte em Tecnologia da Informação. Curitiba: Intersaberes 2013.
  2. http://www.mbsconsulting.com.br/pt-BR/
  3. Wikipédia. (Acessado em janeiro de 2015). Definição de Cadeia de valor.
  4. https://integrasolucoes.wordpress.com/2013/05/05/os-sete-tipos-de-desperdicios-em-areas-administrativas/
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