politécnica
Tecnologia dos Materiais
Marcos Baroncini Proença
aula 02
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Material didático institucional
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Na sequência assista às videoaulas.
Conversa Inicial
Olá, seja bem-vindo! Nesta segunda aula aprenderemos sobre as ligas metálicas não ferrosas, mais especificamente ligas de cobre, de alumínio, de chumbo, de zinco e de estanho.

Confira o professor Marcos apresentar os temas que estudaremos no decorrer desta aula!
Introdução
As ligas metálicas não ferrosas são de extrema importância, devido a suas utilizações nas aplicações em que as ligas ferrosas não possuem atributos, permitindo-lhes serem usadas.
As principais ligas não ferrosas são ligas de cobre, de alumínio, de zinco, de níquel e de titânio. Apresentaremos estas ligas dentro dos mesmos critérios abordados para as ligas metálicas ferrosas, portanto começaremos pelas ligas de cobre.

Confira a contextualização dos temas da aula!
Tema 01: Ligas de Cobre
O metal cobre, por suas características, das quais se destacam a segunda melhor condutibilidade térmica e elétrica (ficando atrás apenas da prata), sua maleabilidade, resistência mecânica e a fadiga, usinabilidade e resistência a corrosão, é usado em várias aplicações de engenharia, principalmente na indústria elétrica e de construção civil.

Este metal é classificado pela ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) conforme seus processos de fabricação.
Liga Cobre-Zinco-Latão
Latão é uma liga de cobre e zinco tendo teores de zinco que variam de 5% a 50%. Possui estrutura CFC, devido a matriz de cobre, com Zinco sendo introduzido como inclusão substitucional. O zinco interfere nas propriedades do cobre, diminuindo sua resistência a corrosão, sua condutibilidade térmica e elétrica, mas aumenta sua resistência mecânica.

O diagrama de fases da liga Cu-Zn apresenta regiões representativas das ligas citadas. Na região de 5%Zn até 40%Zn, presentes na região de fase α e na região de composição de fases α e β. A fase α é uma fase CFC, com até 37% de Zn presente em solução sólida no cobre. A fase β é uma fase de estrutura ccc, contendo de 45,5% até 50,5% de Zn em solução sólida no cobre. A fase α , portanto é mais rígida que a fase β.

Na região de composição de α e β, podemos usar a regra da alavanca para determinar a porcentagem das fases.
\[\alpha=\frac{45,5-\%Zn}{45,5-28,5}\;\;\;\;\;\;\;\;\;\;\;\;\;\;\;\;\beta=1-\alpha\]
Onde 45,5% e 28,5% são as porcentagens de zinco superior e inferior da região de composição α e β.
O tratamento térmico de recozimento para latões com teores de Zn até 30% provoca um aumento na resistência a tração, mas também na ductilidade. Também se faz o tratamento mecânico de encruamento, que é o aumento da dureza gerado pela deformação plástica a frio.

Liga Cobre-Estanho-Bronze
Bronze é uma liga de cobre e estanho tendo teores de estanho que variam de 2% a 10%. Possui estrutura CFC, devido a matriz de cobre, com estanho sendo introduzido como inclusão substitucional. O estanho interfere nas propriedades do cobre, aumentando sua resistência a corrosão, sua resistência mecânica, dureza, sem alterar a ductilidade, permitindo que a liga seja trabalhada a frio.
A classificação ASTM e as propriedades em função da adição de estanho, bem como suas aplicações são tabeladas.
Veja o detalhamento desse tema no anexo 1c.
O diagrama de fases da liga Cu-Sn apresenta regiões representativas das ligas citadas. Na região de 2%Sn até 10%Sn, presentes na região de fase. A fase α é uma fase CFC, com até 11% de Sn presente em solução sólida no cobre. Nesta fase pode ser adicionado o Pb para diminuir sua rugosidade superficial, diminuindo efeito de atrito, aumentando suas propriedades lubrificante.

O tratamento térmico de recozimento para ligas cobre estanho não são viáveis, pois mesmo o endurecimento por precipitação leva a um aumento não significativo em suas propriedades mecânicas. Também não necessita de tratamento de alívio de tensão pois é uma liga bastante maleável.

Liga Cobre-Níquel
A liga cobre e níquel é uma liga contendo teores de níquel que variam de 5% a 45%. Possui estrutura CFC, devido a matriz de Cu, com Níquel sendo introduzido como inclusão substitucional. O níquel interfere nas propriedades do cobre, aumentando sua resistência a corrosão, principalmente a água do mar, mantendo sua resistividade elétrica mesmo aumentando a temperatura, aumentando sua resistência a tração e seu limite de escoamento, bem como dureza, sem interferir na ductilidade e aumentando o limite de fadiga.
A classificação ASTM e as propriedades em função da adição de níquel, bem como suas aplicações são mostradas em tabelas.
Veja o detalhamento desse tema no anexo 1d.
O diagrama de fases da liga Cu-Ni apresenta regiões representativas das ligas citadas. Na região de 5%Zn até 45%Ni está presente apenas a fase α. A fase α é uma fase CFC, idêntica a da matriz de cobre. Porém terá uma dureza maior, em função da adição de Ni.

O tratamento térmico mais usado em ligas Cobre Níquel é o tratamento de Homogeneização, para dissolver segregação de elementos em determinados locais e promover, por difusão, sua distribuição de modo mais uniforme por todo o material.
Também é feito recozimento com o propósito de amolecer um material encruado como consequência do trabalho mecânico.

Assista ao vídeo do professor Marcos Proença para saber mais sobre as ligas de cobre!
Tema 02: Ligas de Alumínio
O metal alumínio, pela abundância de seu minério, por apresentar boa condutividade térmica e elétrica, por ser não-magnético e por ter baixo peso específico, é o segundo mais importante metal, ficando apenas atrás do ferro. É usado em várias aplicações de engenharia, principalmente na indústria elétrica e veículos automotivos e de aeronaves. Conforme seus processos de fabricação são classificados pela ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas).

As ligas de alumínio também podem ser divididas em dois tipos:
- Trabalhadas mecanicamente
- Fundidas
As ligas trabalhadas mecanicamente podem ou não sofrer tratamento térmico. Aquelas que não podem sofrer tratamento térmico são ligas endurecíveis por deformação plástica a frio, ou seja, por encruamento. As ligas tratáveis termicamente normalmente são solubilizadas e endurecidas por precipitação.
Ligas trabalhadas mecanicamente e que podem sofrer tratamentos térmicos
As ligas de alumínio trabalhadas mecanicamente e que podem sofrer tratamentos térmicos são muito usadas na indústria aeronáutica, principalmente por terem excelente conformabilidade com resistência mecânica semelhante ao dos aços de baixo carbono, porém com um terço de seu peso específico.
As tabelas em anexo mostram as principais ligas ASTM e a influência dos elementos de liga em suas propriedades mecânicas.
Veja o detalhamento desse tema no anexo 2a.
O melhor exemplo de tratamento térmico de solubilização seguida pelo endurecimento por precipitação, pode ser dado analisando o diagrama de fases da liga 2024, basicamente uma liga Al-Cu. Se aquecer uma liga contendo, por exemplo, 4,5%Cu a uma temperatura de 550ºC, irá formar a fase k’ que é uma solução sólida de Cu em Al. Resfriando bruscamente em água ou a uma velocidade maior, ao ar, o cobre não consegue precipitar, formando um complexo de CuAl2, que precipitará aumentando a resistência mecânica da liga, mas mantendo sua conformabilidade.

Ligas trabalhadas mecanicamente e que não sofrem tratamento térmico
Estas ligas são endurecíveis por encruamento apresentam fácil conformabilidade e alta ductilidade, o que faz com que não gerem tensões críticas pela deformação dos grãos. Apenas, pela deformação do grão, haverá o endurecimento.
A tabela em anexo apresenta a composição química de ligas de alumínio encruável, e denominação segundo a ABNT.
Veja o detalhamento desse tema no anexo 2b.
O gráfico ao lado apresenta uma relação entre o encruamento e a variação das propriedades mecânicas. Observe que o encruamento atua diretamente o limite de resistência a tração e inversamente no alongamento.

Ligas para fundição
A maioria das peças de alumínio são produzidas por fundição em moldes. Os processos de fundição mais comum são em moldes de areia, sob pressão e fundição de precisão.
As ligas de alumínio para fundição são apresentadas na tabela em anexo.
Destas ligas, as mais usadas são a Al-Cu, Al-Si, Al-Mg e Al-Sn.
Veja o detalhamento desse tema no anexo 2c.
A liga alumínio cobre é a mais usada, apresentando boa resistência mecânica e usinabilidade, mas baixa resistência a corrosão, sofrendo corrosão intergranular.
A liga alumínio silício possui elevada dureza e resistência a corrosão, mas é frágil, devido a presença do silício.
A liga alumínio magnésio apresenta a melhor composição de características de resistência mecânica, usinabilidade, resistência a corrosão e tenacidade. Normalmente sofrem o tratamento de anodização, que é um processo eletroquímico de produção de uma camada passivante de óxido na superfície do metal que atua como proteção contra a corrosão.
A liga de alumínio e estanho possui elevado limite de fadiga, sendo empregada principalmente para fabricação de buchas e mancais de veículos automotivos.
Para compreender as ligas de alumínio assista à videoaula com o professor Marcos!
Tema 03: Ligas de Chumbo
O chumbo é um dos metais mais conhecidos e antigos que se tem conhecimento. É dúctil, maleável, de baixo ponto de fusão, sendo cerca de 340ºC e de excelente resistência a corrosão e a radioatividade.
Assim, o chumbo e suas ligas tem sido aplicados de diversas formas, como revestimento de cabos de tensão para controle de corrosão, em coletes e placas protetores de radiação por Raios X e Raios γ, mas também como aditivo de petróleo, pigmento de tintas, na indústria do vidro e principalmente para fabricação de mancais.
Chumbo-Estanho
O Chumbo refinado possui pureza de 99,5% a 99,99%, ponto de fusão 327ºC, densidade 11,34 g/cm³ segue a especificação ASTM B 29-55, contendo de 0,01% a 0,05% de impurezas em sua composição, entre elas: Bismuto, Cobre, Ferro, Prata e Antimônio.
É muito utilizado na fabricação de solda branca, para revestimento de cabos de tensão e mais regularmente como contrapeso.

Chumbo Refinado
A liga chumbo-estanho é uma liga contendo de 18% a 50% de estanho, com ponto de fusão em torno de 300ºC. As ligas com menor teor de Sn são empregadas em soldas de lâmpadas. As de maior teor são empregadas em soldas para tubos.
No diagrama de fases ao lado se observa a presença das fases ∝ e β, sendo a fase alfa uma solução sólida de Sn em Pb de estrutura CFC e a fase beta uma solução sólida de Pb em Sn de estrutura tetragonal, com FE menor.

Chumbo-Telúrio
A liga chumbo telúrio é a única liga de chumbo que pode ser encruada, sendo usada para chapas e tubulações. Contém de 0,05%Te a 0,10%Te, podendo conter também cobre. O encruamento permite um aumento na resistência mecânica, e nos limites de resistência a tração e a fadiga.
Chumbo-Prata-Cobre
A liga Pb-Ag-Cu é bastante usada para confecção de tubulações com água pressurizada. A adição mesmo que em quantidades muito pequenas de Ag e de Cu é responsável por um aumento na resistência mecânica que permite este uso. Contém de 0,003%Ag a 0,005%Ag e também de 0,003%Cu a 0,005%Cu.
Chumbo-Antimônio
A liga Pb-Sb é empregada para revestimento de cubas galvânicas, sendo também usada para tubulações e vasos de produtos químicos, por sua alta resistência à corrosão. Contém de 6%Sb a 12,5%Sb.
Chumbo para fabricação de mancais (Metais Babbitt)
Os Metais Babbitt são chamados assim como referência a Isaac Babbitt (inventor norte-americano), que inventou a primeira liga deste tipo em 1839, visando sua aplicação em mancais de eixos de máquinas a vapor. São ligas de chumbo contendo antomônio, estanho, cobre e arsênio, que permitem ter boas propriedades mecânicas mesmo em temperaturas mais elevadas. A tabela em anexo mostra as nomenclaturas SAE destas ligas, sendo que a mais usada para a indústria automotiva é a SAE 15.
Veja o detalhamento desse tema no anexo 3.
Saiba mais sobre as ligas de chumbo assistindo à videoaula do professor Marcos!
Tema 04: Ligas de Estanho
O estanho é um metal de estrutura tetragonal. O estanho (Sn) também possui duas formas alotrópicas. No estanho branco ou estanho beta a ligação de formação é mista contendo metálica e covalente e a estrutura cristalina é tetragonal de corpo centrado, com dois átomos por ponto da rede. A outra forma é o estanho cinza ou estanho alfa.

O estanho alfa possui estrutura cristalina cúbica e é um semicondutor. É bastante dúctil e maleável, com ponto de fusão abaixo de 240ºC, excelente resistência a corrosão e boa soldabilidade. Porém, apresenta baixa resistência mecânica. É usado na forma de folhas, chapas e fios, constituindo também a base de muitas ligas, desde o bronze até ligas para soldas e mancais.
Estanho Refinado
Conforme especificação da ABNT EB-173, pode ter pureza de 99%Sn a 99,95%Sn, sendo este último chamado estanho eletrolítico.
Sua principal aplicação está na estanhação, por eletrodeposição, em lâminas de aços, gerando as folhas de flandres, usadas em latas de bebidas ou de alimentos, devido à alta resistência a corrosão principalmente microbiológica. Também é usado em dispositivos de segurança contra incêndio, pelo seu baixo ponto de fusão.

Estanho–Chumbo
A liga estanho-humbo, contém de 35%Pb a 40%Pb. É usada para soldas de componentes que necessitam de solda viscosa e fluida, como componentes de equipamentos elétricos e eletrônicos. Nessa faixa contém as mesmas fases já comentadas na liga Pb-Sn. Só que neste caso prevalecerá a fase beta, mais maleável que a fase alfa.

Estanho para fabricação de mancais (Metais Babbitt)
São ligas de estanho usadas para a fabricação de mancais, contendo cobre, estanho, antimônio e chumbo, que permitem ter boas propriedades mecânicas mesmo em temperaturas mais elevadas. A tabela em anexo mostra as nomenclaturas ASTM e SAE destas ligas, sendo que as mais usadas na indústria automotiva são a SAE 12 e a ASTM 2.
Veja o detalhamento desse tema no anexo 4.
Confira as explicações que o professor Marcos apresenta sobre as ligas de estanho!
Tema 05: Ligas de Zinco
O zinco é um metal de estrutura hexagonal compacta. Possui ponto de fusão próximo a 420ºC e boa resistência a corrosão. É muito maleável, podendo ser laminado em chapas ou estirado em fios por extrusão.

É usado principalmente como proteção anticorrosiva, seja pela deposição eletroquímica em chapas e componentes de máquinas, seja como primer em pintura protetiva contra a corrosão e em cataforese de veículos automotivos. Também é usado como elemento de liga nos latões, ligas para fundição sob pressão e como pigmento na indústria de tintas.
Zinco Refinado
Conforme especificação da ABNT P-EB-302, deve possuir pureza de 98%Zn a 99,95%Zn, tendo como impurezas o chumbo, o cádmio e o ferro. Sua principal aplicação está como elemento de proteção contra a corrosão de instalações industriais, torres de transmissão e navios pela técnica de proteção catódica por ânodo de sacrifício, onde placas deste zinco são colocadas em contato com superfícies que se quer proteger, pois ele sofrerá oxidação preferencial, preservando as superfícies. Também pode ser eletrodepositado na superfície de chapas, pelo que se chama de processo de zincagem.
Zinco-Cobre
A liga zinco-cobre contém duas fases intermediárias, γ e ∈, sendo que a fase γ é uma fase de estrutura cúbica de face centrada de Cu5Zn8, que é a fase mais dura e mais frágil da liga. A fase ∈ é uma fase de estrutura CCC mais maleável.Estas fases ficam entre 59,8%Zn a 87,5%Zn no diagrama de fases ZnCu.

Zinco-Alumínio-Cobre
Ligas de zinco, alumínio e cobre, são conhecidas como ZAMAC, e são ligas para fundição sob pressão. Podem conter também magnésio. Estas ligas possuem ponto de fusão em torno de 385ºC, boas propriedades mecânicas, boa usinabilidade. Podem ser niquelados e cromados, bem como permitem boa aderência de pinturas e vernizes em sua superfície.
As tabelas em anexo apresentam as principais ligas ZAMAC segundo a norma ABNT P-CB-10, das quais as mais usadas são ZAMAC 3 e ZAMAC 5. Estas ligas são usadas para fundir sob pressão componentes de automóveis, como grades de radiadores, maçanetas, fechaduras, bombas de combustível, tampas dos tanques de abastecimento e componentes internos. Também são usadas nas linhas brancas, em liquidificadores, ventiladores, refrigeradores, aspiradores e televisores. Além disso são usados em coberturas de motores, componentes de equipamentos elétricos e caixas terminais. São também usados em ferragens para construção civil.
Para compreender as ligas de zinco acompanhe a videoaula com o professor Marcos!
Na Prática
Veja a seguir algumas aplicações práticas do que foi visto nessa aula de hoje:
1) Determinação da composição de fases para a liga Cu-Zn (Latão).
Por exemplo, uma liga de latão com 35%Zn terá:
\[\alpha=\frac{(45,5-35)}{(45,5-28,5)}\;\;\;\;\;\;\alpha=0,62\;\;\;\;\;\;\beta=0,38\]
2) Pela regra da alavanca podemos ainda verificar quanto fica como solução sólida cobre em alumínio e quanto fica como CuAl2, para uma liga contendo 4,5%Cu:
\[k\hat{}'=\frac{(53,5-4,5)}{(53,5-0,10)}=0,92\;\;\;\;\;\;\;\;\theta=1-0,92=0,08\]
Assim, terá 92% de k’ e 8% de θ.
3) Aplicando a regra da alavanca, podemos observar as seguintes composições de fases, para 18% de Sn e para 50%Sn em Pb:
18%Sn:
\[\alpha=\frac{(97,5-18)}{(97,5-0,5)}=0,82\;\;\;\;\;\;\;\;\;\beta=1-\alpha=0,18\]
50%Sn:
\[\alpha=\frac{(97,5-50)}{(97,5-0,5)}=0,49\;\;\;\;\;\beta=1-\alpha=0,52\]
4) Aplicando a regra da alavanca, podemos observar as seguintes composições de fases, para 60% de Sn e para 65%Sn:
60%Sn:
\[\alpha=\frac{(97,5-60)}{(97,5-0,5)}=0,38\;\;\;\;\;\;\;\;\;\beta=1-\alpha=0,62\]
50%Sn:
\[\alpha=\frac{(97,5-65)}{(97,5-0,5)}=0,33\;\;\;\;\;\beta=1-\alpha=0,67\]
5) Aplicando a regra da alavanca para a região entre 69,8%Zn e 78,6%Zn, podemos definira a composição destas fases na liga, como segue:
Para 70%Zn:
\[\gamma=\frac{(78,6-70)}{(78,6-69,8)}=0,98\;\;\;\;\;\;\;\;\in=1-\gamma=0,02\]
Para 77%Zn:
\[\gamma=\frac{(78,6-77)}{(78,6-69,8)}=0,18\;\;\;\;\;\;\;\;\in=1-\gamma=0,82\]
Finalizando
Após esta aula você já conhece assuntos relacionados às ligas não ferrosas, tanto estruturais quanto relacionadas às suas propriedades, aplicações e tratamentos superficiais para uso profissional. Agora aproveite para expandir seus conhecimentos lendo detalhadamente a rota de aprendizagem 2 e pesquisando na internet assuntos relacionados ao tema.
Confira a síntese que o professor Marcos faz dos temas que estudamos nesta aula!